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O leitão

Tradição passada de pai para filho. O Leitão do Luiz Ney é uma das atrações mais famosas em Tiradentes: servido nos almoços de sábado, com entradas mineiras, bufê de acompanhamentos e sobremesa. O almoço pode ser harmonizado com a bela carta de vinhos da casa, selecionados pela sommelier Sabrina. No momento mais aguardado da tarde, Luiz Ney pururuca a pele do leitão com um aparelho portátil desenvolvido por ele mesmo.

Alta gastronomia mineira

A renovação do tradicional leitão à pururuca. Uma semana marinando numa mistura com ervas, vinho e cachaça, o leitão é assado bem lentamente durante sete horas, para manter a maciez da carne e realçar o sabor. Durante o almoço e após se deliciar com as entradas mineiras que incluem pão de queijo, linguicinha e mini bruschetas, o leitão é pururucado com aparelho inventado pelo próprio Luiz Ney, em um espetáculo de dar água na boca.

Clima aconchegante

Um ambiente ao ar livre, charmoso e aconchegante. Um agradável salão aberto com ares coloniais e decorado com móveis rústicos, ao lado do amplo jardim com direito a lago e belas árvores altas e de copas volumosas. O almoço com o Leitão do Luiz Ney acontece aos sábados nos jardins da pousada Villa Paolucci, localizada em uma antiga fazenda de 200 anos aos pés da Serra de São José, em uma área de Mata Atlântica preservada.
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Leitão à Pururuca

A matéria-prima

O leitão servido é proveniente de um único criatório que combina cepas genéticas para formar uma linhagem de porcos de constituição magra, carne suculenta e baixa reserva de gordura. Os leitões são cevados em ambientes com excelentes condições de higiene e nutrição orientada.

 

A alquimia da receita

A receita do Leitão do Luiz Ney tem origem na herança centenária transmitida por seu avô e praticada na Fazenda Cachoeira, em Capela Nova de Minas. Elogiada por várias gerações e enriquecida com especiarias da culinária contemporânea, a fórmula para o saboroso leitão leve mais de 18 ingredientes na composição. Depois de temperado e leitão é levado para uma reserva climatizada onde fica marinando por um período de 7 dias.

 

A pururuca do chef

Segundo definição do dicionário Houaiss, pururuca seria o alterônimo de “pororoca”, palavra de origem Tupi que significa “milho quebradiço” e, por extensão”, dá nome à pele de porco que pipocou (estourou), tornando-se crespa e crocante. Cicuam por aí várias receitas para fazer a ideal pururucada. Indicação razoável é aproximar o leitão assado de um braseiro forte e competente, como fazia Abelar, avó de Luiz Ney. Mas o Leitão do Luiz ganhou fama, como a verdadeira pururuca de Tiradentes, graças ao aparelho exclusivo desenvolvido por seu cehf: um bastão de cerâmica aquecido a 800º, que faz ele pipocar num passe de mágica. O resultado é um pitéu.